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Vamos ativar as margens do Capibaribe?

O INCITI convida para mais uma edição da Praia da Capunga, neste sábado (20/08), a partir das 11h, nas margens do Rio Capibaribe, no bairro do Derby. O acesso a área é feito pela Rua Engenheiro Teófilo de Freitas, ao lado da faculdade Uninassau. A Praia da Capunga é um evento colaborativo e convida moradores, comerciantes, frequentadores do bairro e recifenses em geral para conhecer e ativar trecho da margem do rio Capibaribe. A proposta é realizar um piquenique, atividades de lazer e contemplação do rio, oficinas e bate-papo sobre urbanismo, sustentabilidade e meio ambiente. Por isso, a organização pede que as pessoas levem bancos, cadeiras de praia, cangas, protetor solar, sacos de lixo, além dos comes e bebes.

A ideia do INCITI, grupo de pesquisa da UFPE, é envolver cada vez mais a comunidade no processo de revelar paisagens e valorizar a natureza e o rio Capibaribe. A Praia da Capunga dá continuidade ao programa de ativações Residência Capunga, que desde maio serve de plataforma de pesquisa e diálogo para descobrir as necessidades, desejos e problemas de usuários da área. As informações coletadas com a experiência irão subsidiar parte do projeto Parque Capibaribe.

A primeira Praia da Capunga, realizada no dia 13 de agosto, contou com a participação de crianças dos grupos de escoteiros da Marina e de Santa Luiza, comerciantes e moradores do Derby e integrantes do INCITI / UFPE. A tarde contou com lanche colaborativo, atividades sobre conscientização ambiental e apresentações sobre projeto Parque Capibaribe e as próximas atividades de ativação do local, o que inclui um evento gastronômico em parceria com comerciantes e o Sebrae. Um grupo fez uma coleta seletiva das garrafas PET,  pilhas e outros materiais encontrados na margem do rio. Os participantes também evitaram o descarte de 210 litros de óleo usado em fritura de alimentos que seria despejado por um homem no Capibaribe. O material foi destinado para a fabricação de sabão em barra. Na ocasião, o biólogo e professor de química Junior Costa relatou que a cada 1 litro de óleo contamina 1 milhão litros de água. O evento contou com energia elétrica cedida pelo Edifício Menfís, graças a síndica Maria das Graças.

Serviço:
Praia da Capunga
Quando: Neste sábado (20/08)
Hora: A partir das 11h
Local: Acesso pela Rua Engenheiro Teófilo de Freitas – Derby (Ao lado da Uninassau).
Acesso gratuito

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Praia da Capunga convida para almoço na Beira do Capibaribe

O INCITI/UFPE irá realizar neste sábado (13), às 12h, a Praia da Capunga, na Rua Eng. Teófilo de Freitas – Derby (Ao lado da Uninassau). A ação tem o intuito de dar continuidade ao programa de ativações #ResidênciaCapunga, que tem acontecido desde o mês de maio e serve de plataforma de diálogo para descobrir as necessidades, exigências, desejos, problemas ou dificuldades da área, que irá receber parte do projeto Parque Capibaribe.

O formato da Praia da Capunga é colaborativo e irá convidar moradores, comerciantes e frequentadores do local para compartilhar um almoço na Beira do Rio Capibaribe à sombra do mangue. A ideia é estreitar a relação com os moradores locais e envolver cada vez mais a comunidade do entorno neste processo que prevê uma proposta que possibilite um acréscimo de área verde e uma convivência harmônica, funcional e agradável entre pedestres, veículos, ciclistas e comerciantes do local.

Pelo caráter do encontro, a organização pede que os convidados levem bancos, cadeiras de praia, cangas, protetor solar, além dos comes e bebes.

SOBRE O PARQUE

O Parque Capibaribe é fruto de um convênio entre a Prefeitura da Cidade do Recife (PCR), através da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade e o INCITI – Pesquisa e Inovação para as Cidades, grupo da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O Parque, que se estenderá por 30 km, todo o percurso do Rio Capibaribe, com uma área de influência de 42 bairros. O projeto consiste em implantar um sistema de mobilidade não-motorizada com passeios e ciclovias além de revelar paisagens do Rio Capibaribe com áreas de estar, passarelas e píeres para pequenas embarcações. O Parque Capibaribe propõe também plantio de árvores e aumento do solo permeável visando preparar a cidade para enfrentar os efeitos de mudanças climáticas.

Serviço:

Praia da Capunga – Piquenique colaborativo

Quando: Neste sábado (13)

Hora: A partir das 12h

Local: Rua Eng. Teófilo de Freitas – Derby (Ao lado da Uninassau).

Acesso gratuito

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“Ideal será não precisar usar a palavra acessibilidade”

Historicamente, as bandeiras em prol da cidadania, da isonomia e da inclusão na sociedade precisam ser levantadas muitas vezes. E serão defendidas tantas vezes quantas forem necessárias a fim de que alcancem seus respectivos objetivos. Uma vez alcançados, deverão ser tão introjetados no cotidiano a ponto que já não seja necessário chamar atenção para estes quesitos. Por isso, no encontro Parque Inclusivo, realizado nesta quarta-feira (8), no Cais do Sertão, pelo projeto Parque Capibaribe, uma das falas de destaque foram da arquiteta e urbanista Tâmara Ribeiro, quando destacou que “o ideal será quando não mais precisarmos usar a palavra acessibilidade”.

Mas como ainda estamos no processo de busca desse ideal, e justamente por isto, o Parque Capibaribe – projeto desenvolvido pelo INCITI, grupo de pesquisa e Inovação para a Cidades da Universidade Federal de Pernambuco em convênio com a Prefeitura do Recife, através da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade – promoveu um encontro aberto ao público para tratar sobre a acessibilidade da iniciativa, que irá impactar 42 bairros do Recife por meio da qualificação de acesso e fruição da cidade, a partir das bordas do Rio Capibaribe.

O evento, que contou com tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais) e audiodescrição da COM Acessibilidade Comunicacional, teve a mesa formada pelo diretor do INCITI, Luiz Vieira, pelo consultor de acessibilidade da Secretaria de Turismo do Recife e deficiente visual, Manuel Aguiar, a diretora do Instituto de Gestão (ITGN), Fátima Brainer, e os gestores do Cais do Sertão, Gilberto Freire Filho e Maria Rosa.

Brainer foi uma das primeiras a falar e destacou a necessidade de se observar no cotidiano a coerência entre discurso politicamente correto e prática. “O que incomoda é que ninguém se vê no lugar do outro. É preciso olhar para as diferenças para buscar a inclusão. E os espaços de cultura e lazer são lugares onde deve ser possível fazer a inclusão social. E inclusão não é tolerância. Inclusão é acolher”, falou a gestora.

Luiz Vieira apresentou o projeto do Parque Capibaribe, por meio do qual procura-se criar um fluxo entre instituições culturais e de ensino, pontos históricos, culturais e naturais da cidade, tudo isso permeado por outros acessos ao Rio Capibaribe, de modo a favorecer um novo olhar das pessoas para com o curso fluvial. “Estamos prevendo pisos, mapas e maquetes táteis, para a circulação de pessoas com deficiência, rampas suaves para facilitar o trânsito de idosos e portadores de deficiências motoras, jardins sensoriais, equipamentos para ciranças com deficiência”, explicou Luiz.

Tâmara Ribeiro, que integra a equipe responsável por pensar a acessibilidade do Parque Capibaribe, complementou a fala do diretor do INCITI. “Temos usado o Estatuto da Pessoa com Deficiência, a Norma Brasileira de Acessibilidade a Edificações, Mobiliário, Espaços e Equipamentos Urbanos e a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Queremos evitar erros que temos visto na cidade, desenhando um parque intuitivo e acessível para diversas pessoas”, pontuou.

Na plateia, pessoas com deficiência visual, auditiva, motora e intelectual sugeriram algumas modificações no projeto, visando garantir o melhor aproveitamento do Parque, tais como pensar rotas acessíveis desde a parada de ônibus até a beira do rio, mesas adequadas para acoplar cadeiras de rodas e cuidado com a aplicação e dimensão dos pisos táteis. O público cobrou ainda mais iniciativas como esta, que envolva as pessoas afetadas por condições limitantes e que poderão realmente representar suas necessidades.

Ao final, Luiz Vieira convidou os presentes a colaborarem na melhoria do projeto e também a mobilizarem outros interessados no tema para os próximos debates. O encerramento ficou por conta de Manuel Aguiar, que também incentivou a realização de outros encontros: “Só com a convivência é que aprenderemos a lidar com a pluralidade que somos em sociedade”.

Para complementar a discussão, leia o texto de Tâmara Ribeiro: Parque Capibaribe, um lugar para incluir 

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Parque Capibaribe, um lugar para incluir

O Projeto Parque Capibaribe desperta para as questões da acessibilidade com olhar holístico. Nesta visão completa, foi possível conectar espaços de diferentes atividades e modais, integrar os usos e gerar passeios intuitivos de maneira segura, onde, pessoas cegas e crianças podem dividir os percursos com ciclistas, por exemplo.

Muito além do que estabelece as legislações, a concepção do Projeto traz a preocupação com as crianças, as pessoas com deficiência e com os idosos, que são os grupos sociais mais vulneráveis num organismo complexo que é a cidade. Com o intuito de implantar soluções efetivamente acessíveis e de modo a se desfazer do estigma de que o desenho urbano para pessoa com deficiência tem o traçado rígido, enfadonho e excludente, o Projeto gera espaços interseccionais e fluidos onde é possível a convivência entre todas as pessoas que podem desfrutar da paisagem, do som das águas e animais que habitam o rio em espaços aprazíveis.

Em alguns momentos onde a cidade já está consolidada houve a necessidade de fazer adaptações no traçado urbano que garantissem os acessos de pessoas com deficiência, isso reitera as particularidades de cada lugar. Para os trechos onde o Parque se radica com novas rotas de ciclovias e passeios integrando parques e praças, a consciência dos conceitos de acessibilidade deixam de ser projetos complementares e tornam-se partido arquitetônico também.

Tão vasta a significância de um projeto acessível que os conceitos se espalharam por todos os setores de pesquisa do projeto, desde o mobiliário que está consolidado em princípios do desenho universal até os serviços ofertados ao longo do Parque Capibaribe que tem a inovação como meta, o plano é implantar o uso de tecnologias assistivas que agregam valor às informações de acessibilidade e flexibilizam o uso dos espaços. Para um projeto que traz a integração da cidade com a natureza como uma máxima em ideal, não poderia ser diferente para o que se presta na consciência de projetar espaços preparados para unir pessoas com capacidades diversificadas.

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Parque Capibaribe realiza encontro sobre acessibilidade

O Parque Capibaribe realiza nesta quarta-feira (08 de junho) o encontro “Parque Inclusivo” sobre a acessibilidade do projeto, desenvolvido pelo INCITI – Pesquisa e Inovação para a Cidades, grupo da Universidade Federal de Pernambuco em convênio com a Prefeitura do Recife, através da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade. O evento será realizado no auditório do Cais do Sertão, no Bairro do Recife, a partir das 14h. Na ocasião, o coordenador do INCITI, Luiz Vieira, arquiteto, paisagista e professor da UFPE, irá apresentar acessibilidade do projeto Parque Capibaribe. O intuito é que pessoas idosas e pessoas com deficiência visual, auditiva, motora ou intelectual possam conhecer o projeto e dialogar sobre suas necessidades específicas. O encontro é uma iniciativa de Manuel Aguiar, cego e consultor em acessibilidade, e conta com apoio do Cais do Sertão. O evento terá audiodescrição e intérprete de Libras da COM Acessibilidade Comunicacional. O acesso é gratuito. O auditório tem capacidade para 70 pessoas.

A abertura do evento será feita por Gilberto Freyre Filho, coordenador do Instituto da Gestão (INTG) e o debate será mediado por Manuel Aguiar, coordenador de acessibilidade e inclusão do INTG. Estão sendo convidados para o encontro técnicos em acessibilidade, arquitetos urbanistas e gestores de instituições representativas como Núcleo de Acessibilidade da UFPE, Conselhos Estadual e Municipal do Direito das Pessoas com Deficiência, Instituto de Cegos, Superientendência Estadual da Pessoa com Deficiência (Sead), Gerência da Pessoa com Deficiência do Recife, Fórum Permanente de Museus Acessíveis, Ministério Público, Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), Conselho do Idoso, Secretaria de Turismo e Lazer do Recife, entre outros.

Serviço
Parque Inclusivo

Data: 08 de junho (quarta-feira)
Horário: das 14h às 17h
Local: Museu Cais do Sertão – Av. Alfredo Lisboa, S/N, Recife, PE.
Acesso gratuito
Lotação do auditório: 70 pessoas
Informações: 81 3089.2974 (Cais do Sertão) | 81 3037.6689 (INCITI) | info@inciti.org

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Obras do Parque Capibaribe são iniciadas com o Jardim do Baobá

Baobá, espécie Adansonia digitata L, de origem africana, é o marco inicial do Parque Capibaribe. Crédito: Andréa Rêgo Barros/PCR

O Parque Capibaribe está com sua primeira obra lançada. O trecho chamado “Jardim do Baobá” teve a ordem de serviço para as obras assinada pelo prefeito do Recife, Geraldo Julio, e pela secretária de Sustentabilidade e Meio Ambiente, Cida Pedrosa, na tarde desta quinta-feira (31/03). A área é localizada entre as ruas Madre Loyola e Antônio Celso Uchôa Cavalcanti, no bairro das Graças, já no limite com o bairro da Jaqueira.  Com um pequeno evento no local, os presentes puderam conhecer um pouco do projeto desenvolvido pelo INCITI – Pesquisa e Inovação para as Cidades, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em parceria com a gestão municipal.

A área recebeu uma pequena intervenção de prototipagem, com piso verde e bancos de madeira, já incentivando a contemplação da paisagem do enorme baobá que se debruça na margem do rio. Com 3.800 m², o trecho será um espaço de lazer, com balanços, mesa comunitária, bancos, terraços gramados, passeios e ciclovia. O projeto  inclui ainda a pavimentação da Rua Madre Loyola. Painéis foram fixados apresentando imagens em 3D do projeto, que representa um investimento de R$ 1,5 milhão. Os recursos são oriundos de parceria entre a Prefeitura do Recife e o Real Hospital Português. O prazo para conclusão das obras é de cinco meses. Veja mais detalhes do projeto AQUI.

Circe Monteiro e Luiz Vieira mostram painéis do projeto Jardim do Baobá ao Prefeito Geraldo Júlio. Crédito da foto: Andréa Rêgo Barros/PCR

Na ocasião, a coordenadora do INCITI/UFPE, Circe Monteiro, declarou: “Esse é o ponto inicial do Parque Capibaribe. Nós, da equipe que desenvolvemos o projeto, aprendemos muito com este pequeno espaço. O Jardim do Baobá é um projeto singelo, pois esse miolo da cidade tem uma incrível qualidade ambiental e o Parque Capibaribe vem para honrar a natureza, o rio.”

O prefeito Geraldo Julio lembrou a reconquista do espaço público, que chegou a ter um muro que escondia o baobá e fechava o acesso à área, e após a intervenção jurídica da gestão para recuo do muro, passou a ser ocupado como estacionamento de automóveis. “Esse espaço não é para colocar carro, é um espaço de contemplação da natureza. Muita gente vai vir a pé e de bicicleta. O Jardim do Baobá vai transformar o olhar das pessoas sobre a nossa cidade”, disse.

A secretária de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Cida Pedrosa, relembrou a sua alegria quando soube que o projeto do Parque Capibaribe faria parte da sua pasta na Prefeitura. “Estou absolutamente feliz, pois estamos iniciando a mudança para o Recife 500 Anos e esse rio é o ícone da minha emoção no Recife”, falou, para em seguida declamar uma poesia de Jorge Filó sobre o Jardim do Baobá.

Arquitetos, pesquisadores, ambientalistas, gestores públicos e moradores das Graças celebram o início da implementação do Parque Capibaribe. Crédito da foto: Andréa Rêgo Barros/PCR

O vice-provedor do Real Hospital Português, Alberto Ferreira Costa Junior, também falou sobre a importância do Parque Capibaribe para melhorar o ambiente do Recife. “Esse projeto vai mudar bastante a vida das pessoas na cidade. Por isso, é uma enorme satisfação que o Real Hospital Português participe deste projeto”, afirmou.

A escritora e militante do movimento negro, Inaldete Pinheiro, esteve presente no evento para lembrar da relação entre a espécie baobá e a ancestralidade africana. Após relatar suas memória do local, afirmou: “Vocês não medem a satisfação que está o meu coração. É a história ancestral que está aqui neste baobá. Axé”.

Entre as diversas presenças importantes para o Parque Capibaribe, o evento contou com o presidente do Instituto Recife de Gestão,  Francisco Cunha; o presidente do Instituto Pelópidas Silveira, João Domingos Azevedo; o vereador Wanderson Ferreira; e o cultivador de baobás, Gilberto Vasconcelos.

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Conheça o projeto Jardim do Baobá, marco inicial do Parque Capibaribe

Uma árvore centenária da espécie Baobá é o principal atrativo deste trecho do Parque Capibaribe, localizado entre as ruas Madre Loiola e Antônio Celso Uchôa Cavalcanti, na altura da Estação Ponte D’Uchôa, no bairro das Graças, Zona Norte do Recife. A área chamada “Jardim do Baobá” será um espaço de lazer e contemplação da paisagem, formada pela árvore que se debruça sobre a margem do rio. O baobá das Graças é tombado como Patrimônio do Recife desde 1988, tem 15 metros de altura, copa com dez metros de diâmetro e tronco de cinco metros de diâmetro. A ordem de serviço para as obras do Jardim do Baobá foi assinada no dia 30 de março de 2016. Leia sobre o evento de lançamento das obras AQUI.

Para dialogar com a grandiosidade da árvore e promover a interação entre as pessoas, três balanços duplos e uma mesa comunitária foram projetados para o local. Os balanços terão seis metros de altura e serão instalados ao lado da árvore. Cada equipamento lúdico abrigará duas pessoas simultaneamente e poderá ser utilizado tanto por crianças quanto por adultos. A mesa terá 10 metros de comprimento para uso compartilhado, podendo comportar piqueniques e jogos de tabuleiro, por exemplo.

O solo natural ao redor do baobá será preservado, reduzindo a área pavimentada no local. Terraços gramados acompanharão os diferentes níveis do solo existentes e possibilitam diversos usos, como brincadeiras entre crianças e piqueniques. Um pequeno píer flutuante completa o projeto, possibilitando a atracação de pequenas embarcações.

Para celebrar o baobá como símbolo da resistência negra e a ancestralidade africana haverá um concurso público para selecionar uma proposta de intervenção artística em homenagem ao poeta, ator e artista plástico recifense, Solano Trindade (1908 – 1974), com marcante trajetória de militante contra o preconceito e a discriminação racial.

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Parque Capibaribe é destaque na COP21

O Parque Capibaribe, convênio entre a Prefeitura do Recife e o INCITI/UFPE, é destaque no Citiscope, portal de notícias sobre iniciativas urbanas inovadoras, entre projetos de 88 cidades de 42 países exibidos no Pavilhão de Cidades e Regiões do COP21 – 21ª Conferência do Clima, realizada em Paris. Todos os projetos foram selecionados pelo ICLEI – Local Governments for Sustainability (Governos Locais pela Sustentabilidade).

Na matéria em inglês, a Secretária do Meio Ambiente, Cida Pedrosa, representante da Prefeitura do Recife, na Conferência do Clima, destaca o engajamento da população local em um projeto como o Parque Capibaribe. Segundo os repórteres Alecia D. McKenzie e Christopher Swope, Recife não visa apenas construir um parque e sim transformar a maneira como pensamos nossa cidade.

Leia a matéria na íntegra.

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Parque Capibaribe é apresentado no COP 21 Paris

O Parque Capibaribe participa da COP-21, Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas – ONU. O projeto é o resultado de um convênio entre a Prefeitura da Cidade do Recife (PCR), através da Secretaria do Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS) e a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), através do INCITI – Pesquisa e Inovação para as Cidades.

Projeto para a área do Baobá próximo à Ponte D’Uchoa Crédito: Parque Capibaribe/INCITI

O Parque Capibaribe foi selecionado pela rede ICLEI – Local Governments for Sustainability (Governos Locais pela Sustentabilidade) e está sendo apresentado no Pavilhão de Cidades e Regiões a investidores estrangeiros. A ICLEI é uma rede mundial com mais de mil cidades e metrópoles empenhadas na construção de um futuro sustentável.

O objetivo da apresentação em Paris é mostrar como o projeto Parque Capibaribe vai mitigar efeitos das mudanças climáticas, já que compreende a implantação de um corredor de 30 km para ciclistas e pedestres e plantio de 22 mil árvores nas margens do Rio Capibaribe. Mais do que isso, o Parque promove a reconexão da cidade com os espaços verdes e públicos através do rio Capibaribe. É importante lembrar que Recife é a 16ª cidade do mundo mais vulnerável às mudança climáticas, segundo o IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, da ONU).

O Parque Capibaribe apresenta um novo conceito de desenho urbano, composto por passeios, ciclovias, passarelas, pontes de pedestre, áreas verdes e de lazer, influenciando a vida de 35 bairros e atingindo 400 mil habitantes. Ao transformar o Recife em uma Cidade-Parque, o projeto irá elevar a taxa de área verde pública para 115 mil m² em 2037, o equivalente a 11 campos de futebol. Com a ampliação da área verde e o estímulo a mudança do uso de transporte motorizado para a bicicleta, a estimativa é reduzir a emissão de mais de 144 mil toneladas de gás carbônico.

Quem apresenta o projeto Parque Capibaribe em Paris é uma equipe da Prefeitura do Recife, formada pela secretária municipal de Meio Ambiente, Cida Pedrosa, pelo secretário executivo de Sustentabilidade do Recife, Maurício Guerra. A prefeitura municipal também apresenta o Mapeamento de Áreas Críticas do Recife, desenvolvido pela Secretaria de Saneamento, que irá resultar em um censo completo de 50 mil famílias residentes em 480 áreas de interesse social, distribuídas em 2.573 microrregiões, totalizando 4.460 hectares do território municipal.