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Aniversário do Jardim do Baobá será comemorado neste domingo (16)

Programação especial inclui sessões de meditação, Feira Livre do Poço, contação de histórias para crianças, instalação temporária de um café itinerante e food truck

O Jardim do Baobá, ponto de partida do projeto Parque Capibaribe, comemora dois anos neste domingo (16), com a ampliação de seu espaço e uma série de atividades gratuitas. A Prefeitura do Recife vai agregar mais 780m² de área verde ao equipamento, localizado no bairro da Graças. A ação é o resultado de negociações entre a Secretaria de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (SDSMA) com proprietários de imóvel próximo ao logradouro. A data também será festejada, a partir das 9h, com uma programação especial, que inclui meditação, Feira Livre do Poço, contação de histórias para crianças, instalação temporária de um café itinerante e food truck de bebidas e alimentos.

Quer saber como chegar ao Jardim do Baobá de ônibus? Confira aqui as dicas que preparamos para você.

“Esse é mais um passo dentro do processo de implantação do Parque Capibaribe. No novo trecho, além das pessoas poderem aproveitar o local para seu lazer e convivência com a natureza, vamos disponibilizar atrativos temporários, como um café e food truck, para incentivar ainda mais o uso desse espaço tão especial às margens do rio”, afirmou o secretário da SDSMA, Bruno Schwambach. Ainda de acordo com ele, a prefeitura tem avançado nas negociações junto aos proprietários de imóveis situados entre o Jardim do Baobá e a Ponte da Torre, com vista a integrar essa área verde com a Via Parque das Graças.

Com o acréscimo de espaço, o Jardim do Baobá passa a somar 3.000 m² de área verde. A nova extensão do equipamento foi conquistada com o recuo do muro do antigo bufê Vila Ponte D’Uchôa. Agora, o trecho próximo à margem do Rio Capibaribe fica livre para a população, permitindo diversos usos, como piqueniques, leituras, contemplação do rio e brincadeiras entre crianças. O novo trecho será entregue às 9h, abrindo as festividades do dia. O ambiente também ganhou um relógio solar criado por estudantes do Instituto de Ensino Superior da Paraíba, a partir de troncos de árvores erradicadas ou que caíram na cidade.

Afora o novo ambiente, quem for ao Jardim do Baobá pela manhã poderá conferir artesanato, comidas típicas, literatura, plantas e muita música que será levada pela Feira Livre do Poço. Às 10h e às 16h, tem atividade especial para criançada: contação de história com os arte-educadores da SDSMA. Para as pessoas que desejam fazer uma pausa na agitação do dia-a-dia e se reconectar com a natureza, a pedida é participar da prática de meditação, marcada para 11h.

Já pela tarde, começa a funcionar uma nova atração no local: uma cafeteria itinerante instalada em um ônibus. O empreendimento, que se propõe a difusão da cultura e do consumo de cafés especiais, promete intensificar a visitação ao Baobá, durante os próximos seis meses, tempo em que permanecerá no local.

Parque Capibaribe – O Jardim do Baobá faz parte do Parque Capibaribe, um projeto que desenha a capital pernambucana para se tornar uma cidade-parque até 2037, quando completa 500 anos. A iniciativa, desenvolvida pela Prefeitura do Recife em parceria com a UFPE, por meio do INCITI – Pesquisa e Inovação para as Cidades, visa promover uma grande mudança urbana a partir da criação de um parque às margens do Rio Capibaribe, formado por passeios, ciclovias, área de lazer e contemplação, passarelas, mirantes, alamedas e píeres para pequenas embarcações.

O projeto abrange uma extensão de 30 quilômetros e contempla as duas bordas do curso d’água. Com isso, o rio – que ao longo dos anos se tornou um obstáculo físico para o Recife – vai recuperar seu perfil agregador, com vias para transporte não motorizado, a consolidação dos corredores verdes e a articulação dos equipamentos públicos em 42 bairros, além de melhorar a ligação entre as áreas da cidade.

Progressivamente, o Parque Capibaribe vai aumentar sua área de abrangência, incorporando os grandes maciços verdes (Mata da Guabiraba, Parque dos Manguezais, Dois Irmãos, etc.) e ligando os parques construídos (Jaqueira, Santana, Caiara etc.). Novas ruas e alamedas verdes também vão surgir, e tudo isso resultará na ampliação do verde, saindo dos atuais 1,2 m² de área verde por habitante para 12 m², na área de abrangência do projeto, que equivale a 500 metros a partir das margens do rio.

Confira a programação
9h – Inauguração da nova etapa do Parque Capibaribe
9h às 22h – Feira Livre do Poço
10h e 16h – Contação de Histórias
11h – Sessão de meditação
15h – Café itinerante
16h às 20h – Food truck de alimentos e bebidas

Serviço
O quê: Comemoração dos dois anos do Jardim do Baobá com festa e ampliação do espaço
Quando: Neste domingo (16), a partir das 9h
Onde: No Jardim do Baobá, localizado entre as Ruas Madre Loyola e Antônio Celso Uchôa Cavalcanti, por trás da antiga estação Ponte D’Uchoa

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No bairro da Jaqueira, Parque Capibaribe promove a integração com o rio

O projeto Parque Capibaribe é um sistema de parque integrados, que prevê a conexão com os espaços públicos de lazer situados ao longo das margens do rio Capibaribe, no Recife. Desenvolvido através de um convênio inovador entre a Prefeitura do Recife, através da Secretaria de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Recife (SDSMA) e a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), por meio do INCITI – Pesquisa e Inovação para as Cidades.

O Parque Capibaribe no bairro da Jaqueira surge com um grande desafio de proporcionar a integração do Rio Capibaribe a um dos parques mais movimentados da cidade, o Parque da Jaqueira. Este será o primeiro trecho do projeto que aborda uma via de grande fluxo da cidade, a Avenida Rui Barbosa, e se conecta à um espaço de lazer em pleno funcionamento.

Para a área está sendo pensado o redesenho do perfil da Avenida Rui Barbosa, garantindo a segurança dos ciclistas e proporcionando calçadas mais largas para os pedestres, ao longo de seu percurso. Além de complementar o passeio público, unindo duas áreas de vitalidade urbana, o trecho Jaqueira-Baobá também proporcionará a criação de novos espaços de lazer e contemplação próximos ao Capibaribe, a exemplo de uma arquibancada, com rampa de acessibilidade, que será instalada na margem do rio.

Na calçada do Parque da Jaqueira, está em execução o projeto de requalificação de calçadas da URB, que foi compatibilizado com o projeto Parque Capibaribe, a fim de melhorar o passeio na área. As calçadas estão sendo ampliadas e contarão com canteiros para vegetação arbustiva e árvores, delimitando o passeio e expandindo o verde do Parque da Jaqueira para a Rui Barbosa. A intervenção pretende fortalecer a relação entre a Jaqueira e o rio Capibaribe, privilegiando um caminhar mais agradável e acessível, tanto para quem está no parque como para as pessoas que circulam diariamente pela área.

Futuramente, a calçada que margeia o rio será ampliada e receberá mais arborização, a fim de garantir a segurança e conforto para a circulação de pedestres e ciclistas, em área segregada dos veículos. O projeto para a área também prevê o nivelamento da rua com as calçadas do Parque da Jaqueira e da margem do Capibaribe, a fim de conectar essas duas áreas públicas e melhorar a acessibilidade na região.

A proposta é deslocar a parada de ônibus, deixando-a mais próxima do Parque da Jaqueira, a fim de facilitar o acesso dos usuários à área. Para que a parada dos ônibus não interfira na livre circulação dos veículos pela Avenida Rui Barbosa, está sendo projetada um recuo na via, exclusivo para o transporte público.

Próximo à parada de ônibus também será instalado um píer, com acessibilidade universal, que irá permitir a contemplação do rio e a atracação de pequenas embarcações. Na margem do rio, em frente ao Parque da Jaqueira, está sendo projetada uma arquibancada, que irá aproximar os pedestres do Capibaribe, possibilitando a vista do rio e do pôr do sol. Nesta área, o nível mais próximo ao rio terá um deck, que fará as vezes de mirante e poderá receber pequenas apresentações.

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Arte em muro transforma paisagem do Jardim do Baobá

Por Shirley Pacheco

Quem visitou o Jardim do Baobá no início da manhã desta sexta-feira (20), observou que o muro do local começou a ganhar mais vida através da arte. Promovido pela Prefeitura do Recife, por intermédio da Secretaria de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (SDSMA), o evento mistura criatividade e natureza por meio da pintura de animais e árvores temáticas do Parque Capibaribe, projeto que busca reconectar às pessoas ao Rio Capibaribe. A ação será concluída em três dias e tem o objetivo de deixar o local mais agradável para o público.

Desenvolvida e ilustrada pelo pintor Allan Chaves, as artes ilustram capivaras, árvores pertencentes ao Rio Capibaribe e espécies de animais que sobrevoam a área. O secretário Executivo de Projetos Especiais da SDSMA, Romero Pereira, ressaltou a importância da atividade. “Queremos transformar os muros pichados através das artes. O projeto tem duas etapas, a primeira de pintura e a segunda de plantação de trepadeira, espécie que cresce pelos muros, visando misturar arte e vegetação”, comentou.

Às margens do rio das Capivaras, o Jardim do Baobá é o ponto de partida do projeto Parque Capibaribe, que prevê um sistema de parques integrados na margem do rio Capibaribe, no Recife, totalizando 30km de transformações nas bordas do principal curso d’água da cidade. A iniciativa, que irá conectar espaços e efetivar uma forma mais fácil e segura de se deslocar pela cidade, para pedestres e ciclistas, é o ponto de partida para que o Recife se torne uma Cidade-Parque até 2037, quando o município comemora 500 anos.

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É preciso aprender a falar com estranhos

Por Maíra Brandão

É preciso aprender a falar com estranhos, já diria a minha querida amiga cearense, Fernanda Meireles. O que podemos ganhar trocando palavras com quem não se conhece? Andar a pé pela cidade, a esmo, também tem dessas. E quando a gente está imerso em um cenário pintado de espanto e assombro – pelos fatos reais e situações imaginadas – caminhar pode ser um ato de resistência. Assuma o risco.

Outro dia eu precisava resolver algumas coisas nos arredores da Dantas Barreto (um alô pra quem tem intimidade com o centrão do Recife!) e saí à pé do Bairro do Recife pra lá. É bem pertinho, coisa de 10 minutos. Já era fim de tarde, o trânsito começava a dar seus sinais, amontoando carros e seus condutores sob a Ponte Maurício de Nassau (aquela que conecta a Av. Marquês de Olinda com o vuco-vuco da Guararapes). Eis que no meio da travessia, me deparei com uma cena dessas que se eu não tivesse visto, não teria acreditado: uma garça plainando, voando bem baixinho, rente aos carros.

Embasbacada, puxei pro lugar o queixo que quase se arrastava pelo chão e saquei o celular o mais rápido que pude para tentar filmar aquele momento. Fui atravessando a ponte, no meio dos veículos, procurando o melhor ângulo para fazer uns cliques, quando me dei conta de que aquele vôo tão baixinho, a ponto de alguém esticar o braço e fazer cócegas na ave, não era à toa. Um pescador lançava a rede ao rio Capibaribe e quando a recolhia, já separava algum aperitivo para a garça.

Encostei no guarda corpo e puxei conversa com João que, de cima da ponte, se dedicava a projetar e puxar a rede. Aquele que agora é pescador foi, durante boa parte da vida, caminhoneiro. Por conta de um acidente na estrada, passou a ter complicações na perna direita. Os médicos recomendaram amputar, mas ele não aceitou. Puxa de cá, ajeita de lá, enxerta acolá… ficou João com a sua perna e uma coleção de complicações.

“Eu tinha medo”, me disse. Medo de ficar sem a perna, medo de não saber como sobreviver sem o seu ofício de motorista, medo de ser rejeitado. E fiquei pensando a quantas coisas a gente se apega na vida, por medo: um relacionamento, um emprego, um conceito, um objeto. E como, muitas vezes, sequer nos damos a chance de saber o que vem depois do pânico, da ansiedade, da apreensão. Ao fim e ao cabo, tá tudo dentro da cabeça da gente, e aí, pense num compartimento complexo para se desvelar.

Por 11 anos, João viveu entre idas e vindas ao hospital, adotando procedimentos que aliviassem o sofrimento pelo constante inchaço da perna. Até o dia em que ele cansou. E decidiu se desfazer daquilo que deveria ser ser seu alicerce, mas por mais de uma década lhe dificultou a sustentação. Há seis anos decidiu retomar a atividade aprendida na infância com o pai e pesca nos arredores do Capibaribe, no entorno dos bairros do Recife e de Santo Antônio. E diz que é feliz: “A vida só não tá boa pra quem morre. A vida se acaba. Pra quem tá vivo, tá bom demais”.

Esbanjando saúde, João se diz satisfeito pelas novas conquistas. Do rio, tira o sustento, o alimento e essa amizade improvável. Todos os dias, a garça se chega junto de João para um momento de camaradagem em torno da refeição. Todos os dias, João apanha peixes e, como quem se engraça pra um bicho de estimação, convoca Chiquinho – nome que resolveu dar à ave, ainda que não tenha certeza se é macho ou fêmea – para saborear o que o rio dá. E quem temeu tanto o que tinha perder, conquistou o que nem poderia vislumbrar. Hoje tem para si o rio, a pesca e ainda alimenta um ser que sabe voar.

Respeite o seu tempo. Quando achar que é a hora, assuma o risco e se desfaça do que não lhe serve mais. Coisas boas acontecem de onde a gente menos espera.

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Parques urbanos são tema de estudo

Os resultados ajudarão a planejar espaços públicos com qualidade e maior satisfação dos frequentadores

Saber a opinião dos usuários de parques urbanos do Recife, principalmente quanto à gestão, é a motivação da pesquisa de Raquel Meneses, mestranda do Programa em Desenvolvimento Urbano (MDU) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e pesquisadora do INCITI/UFPE.

A pesquisa está sendo realizada através de um questionário disponível em http://bit.ly/parquesrecife, e tem como objetivo conhecer melhor as pessoas que frequentam os seguintes parques: Santana, Jaqueira e 13 de Maio, além da Praça do Derby, todos localizados na cidade do Recife. As respostas serão tratadas confidencialmente.

O estudo também servirá de base para os projetos do Parque Capibaribe, contribuindo com as diretrizes do Plano de Gestão do mesmo. O formulário estará aberto para coletar respostas até às 23h59 do dia 10 de dezembro de 2017.

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Se o caso é caminhar

Por Nathália Machado*

Sábado, dia 30 de setembro, último dia do mês, saí de bicicleta. Era minha primeira viagem sozinha e um medo colado em mim insistia em plantar várias situações trágicas na minha imaginação realista fantástica. “E se eu cair?”, “e se baterem em mim?”, “e se levarem minha bike?”.

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Parque Capibaribe é apresentado aos alunos do IFSPE – Salgueiro

Estudantes do curso Técnico em Edificações participaram de visita técnica na sede do INCITI/UFPE

O INCITI recebeu no dia 13 de setembro cerca de 30 alunos do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano, IFSPE – Salgueiro. O encontro foi solicitado pela professora do curso Técnico em Edificações, Yanne Andrade, com o objetivo de apresentar aos estudantes o projeto Parque Capibaribe, resultado de convênio entre o INCITI, grupo de pesquisas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e a Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente.

O Coordenador de Engenharia do INCITI/UFPE, Djair Falcão, foi o pesquisador responsável por receber os estudantes do sertão. O engenheiro sócio-ambiental apresentou as diretrizes do projeto e suas etapas, além de todo o trabalho que está sendo desenvolvido pelo grupo.

A importância da visita técnica para a formação dos estudantes foi ressaltada pela professora Yanne Andrade. Confira um trecho do relato da docente:

A experiência foi fantástica e muito enriquecedora! Com certeza é uma visita que tentaremos fazer com as outras turmas no próximo ano. Nossos alunos gostaram bastante e retornaram com uma visão diferenciada do espaço urbano, da construção da cidade e do seu papel de cidadão. Também estão ansiosos para ver o Projeto Parque Capibaribe 100% implementado, esperando a transformação do Recife.

Graças às contribuições e comentários feitos por você, já temos alguns alunos voluntários para criação de um grupo de estudos sobre a viabilidade de implantação da Ciclovia do centro até o campus do Instituto, aqui em Salgueiro. E também de outros estudos sobre a cidade, todos querendo trabalhar por uma cidade melhor: 1ª missão cumprida com sucesso! Gostaria de agradecer imensamente por compartilhar todo o conhecimento com nosso grupo.

Confira as fotos do encontro: http://bit.ly/2jNUio0.

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A importância da relação entre os cidadãos e a paisagem urbana

Por Luiz Vieira |Publicado originalmente em Rede Gestão

Recife é uma cidade com paisagens diversas em que as águas predominam e refletem a sua rica história, bem como o respectivo impacto ambiental do crescimento urbano desordenado. A relação do cidadão com a paisagem urbana diversificada é fundamental para o fortalecimento da identidade com os lugares afetivos e o respectivo empoderamento dessas paisagens na imagem e memória da cidade. O rio Capibaribe sempre exerceu, notadamente até o final do século XIX, função estruturadora na morfologia desse território, quando a cidade se voltava para as águas pela navegação, pesca e paisagem. O início do século XX registra o declínio desta relação com o rio Capibaribe que passa a ser pano de fundo, ou fundo de quintais de edificações que outrora se voltavam para desfrutá-lo como área de lazer ou para utilizá-lo como via de transporte.

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Vamos a pé para o 11º Café na Calçada?

No próximo domingo (17), o INCITI participará do 11º Café na Calçada para conversar com  os moradores das Graças que queiram tirar dúvidas sobre a implementação do projeto Parque Capibaribe. O encontro serve para aproximar e engajar os cidadãos sobre as diversas ações que envolvem o bairro e a novidade na edição deste mês será a realização do Bonde a pé para o Café.

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Encontro nacional de cicloativistas celebra a cultura da bicicleta no Recife

O Bicicultura, maior encontro nacional de mobilidade por bicicleta e cicloativismo, acontece no Recife a partir desta quinta-feira, 7 de setembro, e segue com atividades até o domingo, dia 10. Organizado pela sociedade civil e com apoio de instituições parceiras, o evento promoverá atividades esportivas, palestras, oficinas e rodas de conversas, além de atividades para crianças. O encontro acontece todos os anos e tem como principal objetivo incentivar e impulsionar a cultura da bicicleta como meio de mobilidade.

Durante os quatro dias, ações serão realizadas em diferentes lugares da capital pernambucana, como o INCITI/UFPE, Teatro Apolo, Paço Alfândega, Paço do Frevo, Parque Santana, entre outros, que estarão ocupados com uma programação diversa e intensa, promovendo a cultura da bicicleta em todas as suas vertentes: social, cultural, política, econômica e ambiental.

A programação tem representantes de todas as regiões do país, e busca criar um espaço de convívio e compartilhamento de conhecimento entre os ciclistas e toda a população interessada, através dos diversos setores da sociedade, discutindo a democratização urbana, sustentabilidade ambiental e a qualidade de vida que a bicicleta proporciona.

Parque Capibaribe – Como parte da programação do Bicicultura, o INCITI – Pesquisa e Inovação para as Cidades, promoverá a oficina “Incitando a mobilidade ativa: a importância do fortalecimento das redes para cidades cicláveis”. A atividade, que acontecerá no domingo (10), das 10h às 12h, no Parque Santana, na Zona Norte do Recife, irá apresentar as atuais diretrizes de ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas desenvolvidas para o Parque Capibaribe, projeto realizado pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente, que prevê um sistema de parques integrados ao longo dos 30 km do rio Capibaribe na cidade do Recife. A iniciativa irá conectar espaços e efetivar uma forma mais fácil e segura de se deslocar pela cidade, para pedestres e ciclistas.

As rotas estão sendo contabilizadas como uma estratégia dentro do Plano de Baixo Carbono e visam contribuir para criar novos percursos e conexões na cidade. No encontro, também serão apresentados os trechos de projeto que já foram desenvolvidos e os próximos módulos propostos, a fim de abrir um canal de diálogo e fomentar a cooperação das redes de articulação para a mobilidade.

Todas as atividades são gratuitas e abertas à comunidade. Algumas demandam inscrição prévia e estão sujeitas ao limite de vagas. Para mais informações, acesse: http://bicicultura.org.br.